Bolsonaro deve ser o campeão mundial do whataboutism, a técnica de fugir do assunto falando dos outros. Quando ouve uma pergunta difícil (parece que, para ele, toda pergunta é difícil), Bolsonaro jamais responde a pergunta, e simplesmente remete aos outros: “mas e o PT?”, “mas e o Ciro?”. Faz o mesmo com os entrevistadores: “mas e você? (“eu não sou candidato”, respondeu-lhe Bernardo Mello Franco).

Perde a calma com facilidade, e com frequência descamba para o bate-boca. Às vezes parte para a grosseria gratuita, como fez com José Gregori (sem falar de sua falta de informação, pois Gregori jamais foi guerrilheiro).

Se não aguenta a pressão de um programa de TV, imagine-se como reagiria à pressão de verdade que um presidente sofre.

Justificou a tortura, botou a culpa da escravidão nos negros e outras barbaridades. E não apresentou uma única ideia ou proposta sobre qualquer assunto.

Enfim, nenhuma novidade, e o Roda-Viva confirmou o que todo mundo está cansado de saber.

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