Medici

Estou vendo uma série chamada “Medici”, no Now. Não, não é sobre o general-presidente. É sobre a família mais poderosa da Itália durante a Renascença. Por enquanto, está contando a história do patriarca Cosimo, o Velho, avô de Lorenzo, o Magnífico. Para quem gosta da Renascença, de Florença, e intrigas palacianas, é imperdível. E Dustin Hoffmann faz uma ponta. É interessante ver a Florença da época, e é de tirar o fôlego a cena em que Cosimo fica em pé no alto da catedral, Santa Maria del Fiore, uma das igrejas mais conhecidas do mundo (foto), ainda sem cúpula, tendo ao fundo o Palazzo della Signoria. A construção da cúpula, além de ser uma obra caríssima, era considerada algo impossível, dada a extensão do vão. Cosimo entrega a tarefa a Filippo Brunelleschi que projeta e executa a cúpula na forma como é hoje, um dos grandes feitos de arquitetura da história. Cosimo decide erguer a cúpula porque Florença, em guerra, está mergulhada numa crise econômica: há recessão, desemprego e fome. Ao construir a cúpula, Cosimo gasta como se não houvesse amanhã, dá emprego a todo mundo e restaura a prosperidade. Cosimo de’ Medici era um keynesiano!

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